domingo, 10 de outubro de 2010

PORTFÓLIO VII
A interdisciplina de Questões Étnico Raciais destacou o desafio do trabalho na escola com temas que envolvem a diversidade cultural e étnica, sua composição na sociedade.
No texto Auto-Imagem e Auto-Estima na Criança Negra: um olhar sobre o seu desempenho escolar, Marilene Paré ressalva a importância do professor em: “Olhar a multiculturalidade existentes em nossas salas de aula.”
Através deste “olhar” no contexto municipal que teve em sua formação as influências das culturas indígena, alemã, negra e japonesa que os projetos interdisciplinares se estruturam durante o estágio.
No desenvolvimento desta interdisciplinar elaborei uma atividade didático- pedagógica para a 4ª série para ser aplicada em 8h aula. Abordei aspectos culturais da etnia negra no RS numa perspectiva positiva.
Se na nossa comunidade a presença do negro é minoria, ele não pode ser desprezado a nível municipal e regional. Para envolver os alunos na temática foram realizadas pesquisas, entrevistas, análise de documentos e de mapas, leitura e releitura de imagens, construção de mosaico.
Este planejamento no curso me inspirou a colocar algumas destas atividades em prática no estágio, embora com algumas adaptações para o 3º ano e o 4º ano. Também favoreceu a ênfase dos aspectos positivos da etnia negra ao integrar assuntos relacionados a copa do mundo, jogadores de futebol, o estudo da África sob uma perspectiva mais enriquecedora além do que os alunos já conheciam: miséria, AIDS, muitos animais selvagens.
Neste contexto de leituras de textos da interdisciplina (teoria) e as atividades desenvolvidas em sala de aula (prática) compreendi que o trabalho envolvendo as diferentes etnias contribui para a eliminação de preconceitos, discriminação e racismo entre as crianças quando na escola há possibilidades de ampliação dos conhecimentos sobre as diversas culturas, despertando sentimentos de respeito e igualdade, pois nenhum povo é melhor do que outro porque é diferente.
Durante o estágio curricular ao trabalhar os projetos etnias do município foi também na interdisciplina de Questões Étnicos Raciais que encontrei fundamentação para analisar minha prática.
No texto: Em busca de uma ancestralidade brasileira de Daniel Mundurucu há o reforço das concepções da importância do estudo da história de vida dos alunos.
“Quando a gente se percebe continuador de uma história, nossa responsabilidade cresce e o respeito pela história do outro também.”

sábado, 2 de outubro de 2010

PORTFÓLIO VII


PORTFÓLIO VI

O quarto Eixo foi repleto de práticas envolventes e desafiadoras.

Foi neste semestre que minha autonomia como estudante aumentou ao adquirir um computador e internet, diminuindo a frequência ao Polo. Foi um acontecimento muito importante, porque tive que enfrentar os desafios tecnológicos e acreditar na capacidade de aprender algo novo que traria muitas contribuições para minha vida.

Destaco as aprendizagens como aluna-professora da interdisciplina de Representação do Mundo pela Matemática com o professor Luís Davi Mazzei. As atividades eram muito bem estruturadas e organizadas, seguindo uma continuidade de exercícios que exigiram reflexões bem elaboradas.

Os recursos tecnológicos contribuíram com o desenvolvimento reflexivo e atrativo na Matemática.

Apresentou novas possibilidades de despertar o gosto pela disciplina em sala de aula, pois as atividades eram exploradas com os nossos alunos de acordo com as possibilidades e os recursos disponíveis.

A utilização de diversos gráficos, de papel quadriculado, diferentes tipos de problemas, os números e as operações, a seriação, a sequência padrão, o espaço e forma passaram a ter um novo olhar em minhas aulas. Os exercícios deixaram de ser meramente repetitivos e mecânicos. Os jogos matemáticos começaram a ter mais importância na sala de aula. A interação e a socialização dos saberes aumentavam a cada atividade. Os alunos tornaram-se mais ativos e interessados pelas atividades desenvolvidas.

O material de consulta sugerido pelo professor para diversas atividades foram as revistas Nova Escola, facilitando a pesquisa porque assino-as a muitos anos.

O referencial teórico recebido durante o curso também foi colocado em prática durante o estágio curricular. Ao planejar as atividades para colocar em prática com meus alunos do 3º e 4º ano foi no material recebido no curso que encontrei subsídios. Por exemplo, uma atividade realizada foi um cartaz sobre os números em nossa vida, constatando que os números estão presentes em muitos lugares e são muito úteis. Por isso é tão importante estudar sobre eles. Semelhante ao que realizamos no curso.

Outra interdisciplina deste Eixo que esteve muito presente em diversas reflexões e atividades durante o estágio curricular foi Representação do Mundo pelos Estudos Sociais.

Como construí quatro projetos durante este período partindo de uma questão norteadora sobre a formação do povo do município, foi nesta interdisciplina que busquei a maioria da fundamentação teórica. Principalmente do livro Estudos Sociais: Teoria e Prática de Aracy do Rego Antunes, Heloisa Fesch Menandro e Tomoko Iyda Paganelli:

“O que é importante no trabalho da história local - que interessa mais de perto ao professor das primeiras séries - é que essa realidade local é parte integrante de uma realidade maior, que explica e lhe dá significado. O local, embora possa ter especificidades em relação a outros locais, é sempre parte de uma todo maior que lhe dá expressão.” (p. 117).

Para o TCC quando começarei a coleta de dados, as reflexões das aulas realizadas durante o estágio reafirmarão estes conceitos, tornando as reflexões mais consistentes e maduras.

sábado, 25 de setembro de 2010

PORTFÓLIO V

Os três primeiros Eixos do curso foram fundamentais para dar seguimento aos demais com mais convicção e firmeza, pois foi a base para desenvolver as ferramentas tecnológicas.

Esses semestres destaco como muito importantes para a minha vida profissional e pessoal. Na escola em que trabalho passei a colocar em prática as atividades das interdisciplinas, principalmente de Artes, Teatro, Literatura, Ludicidade e Música e experimentar com os alunos as aprendizagens inovadoras que tornaram as aulas mais atrativas e produtivas.

Por outro lado à aproximação e a interação com os colegas, tutores e professores era mais intensa e mais frequente, porque ainda não tínhamos autonomia e conhecimentos para caminharmos sozinhos neste início de jornada. O que considero muito positivo em um curso a distância que para mim não era tão à distância assim. Nesta fase do curso frequentava o polo assiduamente duas vezes por semana e a convivência com os colegas e a ajuda das tutoras era essencial e animadora.

Algo que também sempre ficou muito claro para mim e notoriamente se percebia no decorrer dos Eixos era a interligação entre as interdisciplinas. Os conceitos se integravam e a interdisciplinaridade tão mencionada nos textos era sentida na prática.

Desta forma também tentava incorporar estas integralidade de conhecimentos na minha prática como docente em séries iniciais em turmas multisseriadas, diminuindo a fragmentação dos conteúdos.

Na interdisciplinar de Projeto Político pedagógico e Currículo trabalhamos com o texto: O Despertar de Lúcia Helena Carrasco que foi referência para a apresentação do final do primeiro semestre. Minhas reflexões partiam sempre do despertar e se relacionavam com a prática em sala de aula e como estudante. Lembro que foi muito inovador e a troca de saberes com as colegas do grupo fortaleceram sentimentos recíprocos de persistência e dedicação ao curso com mais afinco.

Nesta ocasião encerrei a reflexão com uma fala de Paulo Freire: “Sou gente. Sei que ignoro e sei que sei. Por isso, tanto posso saber o que ainda não sei, como posso saber melhor o que já sei.” (Pedagogia da Autonomia, p. 94)

Com esta convicção também vou realizar o TCC, analisando e identificando os desafios em trabalhar com turmas multisseriadas, compreendendo melhor e aprendendo cada vez para ampliar meus conhecimentos e melhorar minha prática na escola em que atuo.

Outra atividade que me emociona ao reler são os memoriais da minha vida e da escola, com a Linha do Tempo e um texto muito bem articulado.

Como é gratificante rever o que construímos com tanto zelo e dedicação, bem como a contribuição dos que fizeram parte desta história.

domingo, 19 de setembro de 2010

PORTFÓLIO IV
O terceiro Eixo do curso de pedagogia foi uma etapa que despertou o gosto pelas Artes Visuais que passaram a integrar as minhas aulas com mais embasamento teórico e a ser percebida com acessível aos alunos quando passei a identificar, nos próprios livros didáticos, diversas obras de arte, realizando a leitura e a releitura.
A temática 7 da interdisciplina de Artes Visuais tratou da organização do ensino de arte em projetos de aprendizagem: uma forma de abordar os saberes escolares onde Fernando Hernández explica que por meio de projetos reorganizamos a gestão do espaço, do tempo, da relação entre os docentes e os alunos, e “sobretudo, porque permite redefinir o discurso sobre o saber escolar (aquilo que regula o que se vai ensinar e como devemos fazê-lo).”
Desta forma um projeto na escola não pode apenas o planejamento de atividades para cumprir, pois precisa ter intencionalidade e abrir possibilidades e estar em constante avaliação e replanejamento, conforme aborda Miriam Celeste Martins no mesmo texto citado anteriormente: “Aproveitando acasos, caminhando opostamente por outros caminhos em tentativas investigadoras e ousadas, sem nunca perder de vista os focos centrais que fizeram nascer o projeto”.
Este foi o primeiro contato que tive com projetos durante o curso e lembro-me da angústia que foi realizar um projeto em Artes juntamente com os colegas em grupo quando não tínhamos conhecimento sobre sua elaboração, pois não empregava esta metodologia na escola, mas foi um desafio que trouxe aprendizagens inovadoras e reflexões sobre a organização dos conhecimentos e a interdisciplinaridade do currículo.
Também foi através da temática 8 desta mesma interdisciplinar, quando foi abordado a avaliação, que conheci o portfólio de aprendizagem como alternativa de avaliação formativa que segundo Fernando Hernandez podemos definir o portfólio como: “Um continente de diferentes tipos de documentos (anotações pessoais, trabalhos pontuais, controles de aprendizagem, conexões com outros temas fora da escola, representações visuais, etc.) que proporciona evidências do conhecimento que foram sendo construídos.”.
Com esta fundamentação teórica coloquei em prática durante o estágio curricular o portfólio de aprendizagem onde o aluno registra, pois estou dando continuidade a esta prática, suas aprendizagens da aula, sintetizando e organizando suas reflexões com frases, palavras, desenhos, descrevendo sobre algo importante mesmo que aconteceu fora do ambiente escolar. E na tentativa de adaptar as inovações do curso de pedagogia para a prática de sala de aula, lembrando os portfólios que realizamos ao longo do curso também é permitido comentários dos colegas e da professora.
No portfólio de aprendizagem o próprio aluno percebe sua trajetória durante um período servindo de referência para novas conquistas e como auto avaliação.
Foi neste semestre também que nossa criatividade, disposição física e artística foi colocada à prova nas interdisciplinas de: Teatro nas aulas práticas em que desempenhamos atividades corporais muito produtivas e que permitiram utilizar em sala de aula, na Ludicidade quando confeccionamos brinquedos de sucata, na Música quando cantamos e ensaiamos passos com a MPB, Literatura quando criamos uma história em grupo e nos vestimos de fantasias para apresentar para os colegas e em Artes também a visita a Bienal do Mercosul que despertou o gosto pela arte de uma maneira diferenciada muito além do que conhecia.
Como é gratificante refletir e recapitular estes momentos tão significativos do curso que nos faz ressignificar nossa concepção de educação.

sábado, 11 de setembro de 2010

PORTFÓLIO III

Retomar ao segundo semestre do curso revisitando a interdisciplina de Psicologia I que tinha como primeira atividade assistir o filme sobre a vida e os estudos de Freud e através de textos da Trilha Psicanalítica, que considerei na ocasião bastante complexo, mas relendo e ao entrar em contato com as fases do desenvolvimento afetivo: oral, anal, fálica, latência e genital, reconhecendo estas características nas pessoas que me cercam e principalmente em meus alunos percebo que estes estudos nos ajudam a entender melhor o comportamento das crianças de acordo com a fase em que se encontram.

Ao estudar a interdisciplina Infâncias 0 a 10 anos conheci uma escola sem muros através do texto: Fazer a Ponte de José Pacheco. Trata-se de uma escola que permite o desenvolvimento de uma pedagogia orientada para a ação social de integração do meio na escola e da escola na vida, aliando o saber ao saber fazer, lembrando Freinet citado nas minhas reflexões durante o estágio curricular quando realizei aula passeio para estudar a vegetação e o rio próximos a escola em que atuo quando é possibilitado as crianças formular hipóteses, criar, se expressar, se comunicar, viver em grupo, ter sucesso, agir, descobrir e se organizar, formando cidadãos autônomos e cooperativos.

Ao reler o texto citado identifico alguns aspectos presentes no trabalho com turmas multisseriadas que realizo na escola em que trabalho, embora em realidades bem distintas, como a interajuda entre os envolvidos no processo quando os alunos se ajudam mutuamente para realizar alguma atividade e interagem trocando saberes entre si nas diferentes turmas do 1º, 2º, 3º e 4º ano e com a professora, trazendo os seus conhecimentos e vivências extraclasse para dentro da escola.

O quadro de direitos e deveres que regula todo o sistema de relações na Escola da Ponte é semelhante ao cartaz dos combinados elaborado conjuntamente com todos os alunos na escola em que leciono e a caixinha dos segredos onde as crianças da Ponte depositam um recado sempre que pretendem dialogar em segredo com algum professor se parece com a caixa de sugestões que utilizo, onde os alunos colocam suas idéias em relação a escola de cunho administrativo, pedagógico e social. Estes dois últimos instrumentos seguem as orientações recebidas na formação de professores do Programa Escola Ativa que é direcionado para turmas multisseriadas. Até parece que este programa foi baseado na Escola da Ponte, principalmente na gestão da escola através de assembleias de alunos, comitês da leitura, do recreio, do meio ambiente. Quando expomos os trabalhos dos alunos nos murais também é da mesma forma. A alternância entre os trabalhos individuais, em grupos e em pares. A avaliação é contínua e o ensino individualizado onde o currículo é adaptado em função das capacidades de cada um. Geralmente utilizo esta estratégia para dar continuidade a aprendizagem, bem como a auto-avaliação onde o aluno registra o que aprende em seu portfólio de aprendizagem.

Este texto certamente auxiliará nas minhas reflexões durante o TCC em que tentarei compreender e analisar a partir da questão central: Quais os desafios da construção de projetos de aprendizagem como prática metodológica em classes multisseriadas da zona rural?

domingo, 5 de setembro de 2010

PORTFÓLIO II

PORTFÓLIO II
Retomar ao primeiro Eixo do curso de pedagogia é como passar um filme em minha memória onde as primeiras cenas são de repletas de dificuldades, de inseguranças e de angústias, mas que são superadas por outras que deixam transparecer a persistência, a interação e a aprendizagem, principalmente na interdisciplinar das TICS, pois foi neste semestre que aprendi a base de tudo o que sei das ferramentas tecnológicas utilizadas durante o curso.
Entre as interdisciplinas que fizeram uma reflexão mais direta com a minha prática no Eixo 1 destaco: Escola, Projeto Político-Pedagógico e Currículo; no texto intitulado: “Leitura do Mundo e a Festa Cidadã”, de Angela Antunes e Paulo Roberto Padilha que inicia com um poema: “Festa na Escola”, onde o tive o primeiro contato com as idéias de Paulo Freire sobre o que significa a leitura do mundo no ambiente escolar, articulando a leitura da palavra, instrumentalizando crianças, jovens e adultos e o papel na sociedade na luta contra a opressão, a injustiça e que cidadão queremos formar, qual o nosso comprometimento com a construção de uma escola democrática. “para isso é necessário que conheçamos a realidade concreta que constitui a escola e a realidade que a circunda.”(p. 2).
E é a leitura do mundo que nos permite penetrar no contexto em que a escola está inserida e desta forma vincular a construção do conhecimento à realidade da escola e colocar o “conhecimento historicamente acumulado, a serviço dos seres humanos e da transformação da sociedade.” (p. 2)
Neste sentido aprendi que o conhecimento pertencente ao senso comum trazido pelo aluno para a escola precisa ser valorizado e reconhecido, assim como os conhecimentos prévios sobre um tema em estudo na sala de aula, fazendo uma interligação com os conhecimentos científicos (formais x informais).
A história de cada um dos alunos revela mais do que o momento presente e nos oferece muitos tempos a serem considerados para planejar o futuro ao resgatar a história da comunidade, por exemplo.
Ao fazer um paralelo entre este texto e a minha prática de estágio curricular constato o quanto as ideias de Paulo Freire estiveram presentes no planejamento, nas ações e reflexões para acontecer a festa na escola que significa “A incorporação da informalidade ao currículo” (p. 6), quando pesquisamos diversos temas com a comunidade, confrontando e ampliando os conhecimentos formais.
A localidade do educando é, segundo Paulo Freire, o ponto de partida para a construção do conhecimento do mundo a partir do movimento dialógico e dialético voltado para a cidadania. Outro concepção que permeia minha prática.

sábado, 28 de agosto de 2010

PORTFÓLIO I

PORTFÓLIO I
IX SEMESTRE
COMEÇANDO O TCC
Nesta etapa final do curso de pedagogia temos como desafio a construção do TCC tendo como base as práticas realizadas durante o estágio curricular realizado no Eixo anterior.
Para iniciar o TCC é necessário ter um foco, partindo de uma questão que possibilite reflexões teóricas, conforme as orientações do guia disponibilizado para os alunos.
Como mencionei em meu relatório de estágio o trabalho interdisciplinar envolvendo turmas multisseriadas considero produtiva para investigar porque abrange a realidade da escola em que atuo, produzindo mais conhecimento o que tornará minha prática pedagógica mais aprimorada e também porque no estágio foi uma temática que não consegui aprofundar.
Antes de iniciar o estágio não tinha trabalhado com projetos e foi somente a partir do estágio que esta arquitetura pedagógica passou a fazer parte da minha prática.
Este período inicial de definição da questão central é algo que merece muita reflexão para desenvolver o TCC nos próximos meses com fundamentação teórica e com sucesso. E é justamente este referencial teórico que está me causando certa angústia, porque trabalhos com classes multisseriadas especificamente ainda não sei se encontrarei autores que tratam deste tema, mas há as Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo. Durante o curso não foi abordado este assunto, porém sobre a interdisciplinaridade há autores: Piaget (interação), Paulo Freire, Santomé, Arroyo que poderão colaborar nesta caminhada de construção teórica com as práticas desenvolvidas durante o estágio através de projetos de aprendizagem com a questão talvez ainda provisória: “OS PROJETOS DE APRENDIZAGEM PODEM SER UMA ALTERNATIVA DE INTEGRAR OS CONHECIMENTOS E MELHORAR O DESEMPENHO DOS ALUNOS EM TURMAS MULTISSERIADAS?”
O trabalho com turmas multisseriadas muitas vezes é criticado entre os professores e considerado ultrapassado sendo “aceito” apenas em escolas públicas rurais com poucos alunos como alternativa de não cessar seu funcionamento e economizar verbas públicas com salário do magistério. Será esta a realidade que me cerca? O método pedagógico utilizado pode modificar esta realidade e favorecer o desempenho dos meus alunos? Há possibilidades de transformar esta concepção de retrocesso que envolve a junção de turmas nas séries iniciais?
Neste momento a expectativa é a aula presencial com as professoras que nos orientarão durante esta trajetória: Márcia e Carla, e a partir da iniciação do TCC, através das respostas colocadas nas perguntas elaboradas pelas professoras, acredito que ficará mais direcionado o foco e a elaboração da questão central.
Também tenho a expectativa que ao revisar os Eixos anteriores auxiliará na elaboração do TCC e na reflexão com um novo olhar mais crítico sobre as aprendizagens neste processo de finalização do curso, tendo a oportunidade de constatar o quanto investimos para ampliar nossos conhecimentos e para tornar nossa prática pedagógica mais inovadora, reflexiva e conectada com a teoria.