As aprendizagens são muitas neste semestre na Interdisciplina de Educação de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação e a seguir menciono algumas considerações importantes que destaco:
A legislação brasileira garante a todos o direito à escola.
É preciso despertar a consciência política de que perante as leis somos todos iguais, temos direitos e deveres que devem ser respeitados. Procurar ajuda especializada visando o desenvolvimento de pessoas com necessidades educacionais especiais para que possa progredir em seu desenvolvimento integral faz parte destes direitos garantidos por leis. Toda a sociedade terá benefícios com estas atitudes, porém para que isto ocorra não podemos assistir cenas de discriminação e preconceito e considerar normal.
Na escola determinadas ações e reflexões são essenciais para que todos os alunos desenvolvam todo o potencial que tem:
Respeitar o limite e o ritmo de cada um e propor as mesmas atividades para toda a turma. A criança não pode freqüentar a escola apenas como um passatempo ou apenas para fazer parte das estatísticas de inclusão.
O conceito de inclusão precisa estar presente no projeto político pedagógico da escola.
Ao aprender a conviver com a diversidade as crianças se tornam mais solidárias, tolerantes e responsáveis pelos outros.
Quando planejar as aulas e brincadeiras é preciso pensar em estratégias para o aluno com necessidades especiais também participe.
“O planejamento que valoriza as características do aluno e do contexto social, a avaliação que tem o aluno como parâmetro de si mesmo, o trabalho pluridocente, dentre outros.” Segundo o texto A INCLUSÃO E SEUS SENTIDOS; ENTRE EDIFÍCIOS E TENDAS DE Claudio Roberto Baptista, página 7. Quando planejarmos nossa aula precisamos conhecer e analisar a realidade de vida do aluno, quais são os seus interesses, avaliando cada progresso que alcança por menor que seja sem comparar com os demais colegas. É preciso ver o seu próprio crescimento e contar com a ajuda da equipe de apoio e ajuda de outros professores e profissionais da saúde que auxiliam na busca da integração social e da aprendizagem.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
QUESTÕES ÉTNICO-RACIAIS NA ESCOLA
DIVERSIDADE ÉTNICA E RACIAL NA ESCOLA: REFLEXÃO TEÓRICA SOBRE A PRÁTICA: considerações finais
Os alunos realizaram trabalhos em grupos com materiais coletados e informações obtidas, entrando em contato com o tema diversidade cultural na construção do povo brasileiro, compreendendo que o negro contribuiu para a história e o desenvolvimento do Brasil, pois analisando o artigo da revista Nova Escola de novembro de 2005 um grupo de alunos descobriu que os negros trouxeram para o Brasil tecnologias avançadas para a época, tais como técnicas: de irrigação por canais, de pecuária, de tecelagem, de olaria que ainda são utilizadas. Coletaram dados sobre a África atual. Localizaram principais cidades no mapa do continente africano de onde partiram os negros para o Brasil como escravos.
Outro grupo de alunos pesquisou na cartilha: “O negro no RS”
Na entrevista realizada com uma pessoa idosa da comunidade as crianças se depararam com as dificuldades enfrentadas na sociedade ao longo da história dos afro-descendentes, as questões que envolvem o trabalho, a mestiçagem, os alimentos, lendas e costumes.
Na leitura de imagens sobre o negro os alunos analisaram diversas situações envolvendo o trabalho a partir de pinturas feitas por diferentes autores. Concluíram que cada autor colocou de acordo com o seu ponto de vista, sendo que o negro tanto aparecia sofrendo castigos físicos, mas também era retratado com um empregado do branco e que cumpria ordens pacificamente, omitindo os casos de espancamentos, amenizando a brutalidade da vida dos escravos.
Pesquisas foram realizadas e para compor a lista de personalidades negras ilustres na música, nos esportes, no meio artístico, na política, porém perceberam que a posição do negro ainda é muitas vezes de submissão ao exercer funções inferiores ao branco, como bem citaram: “quase sempre nas novelas os negros são empregados dos brancos.”
Na escola devemos buscar informações sobre as contribuições culturais e históricas do negro para o Brasil, valorizando aspectos positivos no aluno afro-descendente para elevar sua auto-estima, tendo o cuidado de não reforçar o preconceito e a discriminação geralmente existente no ambiente escolar embutidos em piadas, apelidos, ditos populares, acusações, implicâncias.
Os alunos reconhecem que existem entre os negros o senso de inferioridade devido à condição em que viveram, porém devem ser eliminados os preconceitos e as discriminações em nossa sociedade e cada um deve contribuir para impedir a propagação do sentimento de menos valia.
A criança negra precisa se ver como negra, aprender a respeitar a imagem que tem de si mesma e ter modelos que confirmem essa expectativa.
A partir da temática desenvolvida todos os alunos da escola tiveram a oportunidade de entrar em contato com outros aspectos relacionados à cultura e a história do negro no RS e no Brasil, enriquecendo seus conhecimentos na valorização da identidade negra numa perspectiva de contribuição e de igualdade de direitos e de deveres ao problematizar questões étnico-raciais na escola.
Os alunos realizaram trabalhos em grupos com materiais coletados e informações obtidas, entrando em contato com o tema diversidade cultural na construção do povo brasileiro, compreendendo que o negro contribuiu para a história e o desenvolvimento do Brasil, pois analisando o artigo da revista Nova Escola de novembro de 2005 um grupo de alunos descobriu que os negros trouxeram para o Brasil tecnologias avançadas para a época, tais como técnicas: de irrigação por canais, de pecuária, de tecelagem, de olaria que ainda são utilizadas. Coletaram dados sobre a África atual. Localizaram principais cidades no mapa do continente africano de onde partiram os negros para o Brasil como escravos.
Outro grupo de alunos pesquisou na cartilha: “O negro no RS”
Na entrevista realizada com uma pessoa idosa da comunidade as crianças se depararam com as dificuldades enfrentadas na sociedade ao longo da história dos afro-descendentes, as questões que envolvem o trabalho, a mestiçagem, os alimentos, lendas e costumes.
Na leitura de imagens sobre o negro os alunos analisaram diversas situações envolvendo o trabalho a partir de pinturas feitas por diferentes autores. Concluíram que cada autor colocou de acordo com o seu ponto de vista, sendo que o negro tanto aparecia sofrendo castigos físicos, mas também era retratado com um empregado do branco e que cumpria ordens pacificamente, omitindo os casos de espancamentos, amenizando a brutalidade da vida dos escravos.
Pesquisas foram realizadas e para compor a lista de personalidades negras ilustres na música, nos esportes, no meio artístico, na política, porém perceberam que a posição do negro ainda é muitas vezes de submissão ao exercer funções inferiores ao branco, como bem citaram: “quase sempre nas novelas os negros são empregados dos brancos.”
Na escola devemos buscar informações sobre as contribuições culturais e históricas do negro para o Brasil, valorizando aspectos positivos no aluno afro-descendente para elevar sua auto-estima, tendo o cuidado de não reforçar o preconceito e a discriminação geralmente existente no ambiente escolar embutidos em piadas, apelidos, ditos populares, acusações, implicâncias.
Os alunos reconhecem que existem entre os negros o senso de inferioridade devido à condição em que viveram, porém devem ser eliminados os preconceitos e as discriminações em nossa sociedade e cada um deve contribuir para impedir a propagação do sentimento de menos valia.
A criança negra precisa se ver como negra, aprender a respeitar a imagem que tem de si mesma e ter modelos que confirmem essa expectativa.
A partir da temática desenvolvida todos os alunos da escola tiveram a oportunidade de entrar em contato com outros aspectos relacionados à cultura e a história do negro no RS e no Brasil, enriquecendo seus conhecimentos na valorização da identidade negra numa perspectiva de contribuição e de igualdade de direitos e de deveres ao problematizar questões étnico-raciais na escola.
QUESTÕES ÉTNICO- RACIAIS NA EDUCAÇÃO
Os povos indígenas conforme o texto extraído do livro: “Os Índios no Brasil: quem são e quantos são.” de Gersen dos Santos Luciano, representante do povo Baniwa: “São aqueles que contando com uma continuidade histórica das sociedades anteriores à invasão e a colonização que foi desenvolvida em seus territórios.” São, portanto os povos que querem garantir a conservação e a transmissão para as gerações que os sucedem seus costumes, suas crenças, as culturas, a língua, dando continuidade a história do povo indígena. O termo indígena refere-se às diversidades culturais, sociais, econômicas, políticas, espiritual de cada grupo de índios.
Cada povo indígena tem uma maneira peculiar de organização social, política e econômica original e outras que adquiriu a partir do contato com os outros povos, relacionado à concepção de mundo e de vida, baseada em mitos e ritos que conduzem a vida social em que a família é formada por muitas pessoas, reunindo parentes do patriarca ou da matriarca com as demais pessoas que se integram para atingirem objetivos específicos.
Os índios de um modo geral estão recuperando e resgatando seus valores em que os mais jovens estão elevando sua auto-estima, a autonomia, sua dignidade e o orgulho de ser índio, desta forma vão desfazendo os pré-conceitos que predominam sobre eles.
Para haver mudanças e conscientização de que não existem povos sem histórias, admitindo a diversidade cultural e nos corrigindo nas expressões comumente utilizadas, tais como: programa de índio, modos selvagens.
Desenvolver estudos e atitudes que valorizem todos os grupos étnicos baseados no respeito e na igualdade, pois nenhum povo é melhor do que outro porque é diferente, portanto os índios não são inferiores, necessitando ser civilizados e nem seguirem os padrões culturais dos brancos.
Identificar as diferenças presentes no próprio grupo de alunos e em outros grupos para que aprendam a encarar a diversidade com naturalidade e assim desmitificar o pré-conceito ao se falar dos povos indígenas, trabalhando as culturas, os diferentes povos, a formação étnico-racial.
Cada povo indígena tem uma maneira peculiar de organização social, política e econômica original e outras que adquiriu a partir do contato com os outros povos, relacionado à concepção de mundo e de vida, baseada em mitos e ritos que conduzem a vida social em que a família é formada por muitas pessoas, reunindo parentes do patriarca ou da matriarca com as demais pessoas que se integram para atingirem objetivos específicos.
Os índios de um modo geral estão recuperando e resgatando seus valores em que os mais jovens estão elevando sua auto-estima, a autonomia, sua dignidade e o orgulho de ser índio, desta forma vão desfazendo os pré-conceitos que predominam sobre eles.
Para haver mudanças e conscientização de que não existem povos sem histórias, admitindo a diversidade cultural e nos corrigindo nas expressões comumente utilizadas, tais como: programa de índio, modos selvagens.
Desenvolver estudos e atitudes que valorizem todos os grupos étnicos baseados no respeito e na igualdade, pois nenhum povo é melhor do que outro porque é diferente, portanto os índios não são inferiores, necessitando ser civilizados e nem seguirem os padrões culturais dos brancos.
Identificar as diferenças presentes no próprio grupo de alunos e em outros grupos para que aprendam a encarar a diversidade com naturalidade e assim desmitificar o pré-conceito ao se falar dos povos indígenas, trabalhando as culturas, os diferentes povos, a formação étnico-racial.
domingo, 24 de maio de 2009
QUESTÕES ÉTNICO RACIAIS NA EDUCAÇÃO
Com o objetivo de realizar a atividade solicitada na Interdisciplina de Questões Étnico- Raciais, conversei com cinco alunos de diversas etnias e perguntei como esses alunos se auto-identificam do ponto de vista étnico racial, sendo que dois adolescentes se consideraram negros. Uma jovem de quinze anos e um jovem de catorze anos. Ambos estudantes de escolas públicas.
A jovem relatou que se sente muito bem na escola em que estuda, porque todos lhe tratam com respeito. Fazem trabalho em grupo sem reclamar da sua companhia e participa de todas as atividades desenvolvidas na escola normalmente e que não percebe nenhum tipo de exclusão.
Nesta escola certamente a equipe diretiva, os professores e a comunidade escolar estão compreendendo a diversidade cultural, ocorrendo mudanças históricas e culturais, abolindo o preconceito e a discriminação e promovendo a igualdade entre todos os envolvidos no processo educacional.
Como podemos perceber a aluna tem auto-estima elevada e bom desempenho escolar, pois não reprovou nenhuma série e se considera estudiosa. Não possui sentimentos que a envergonhe de ser negra, provavelmente a família que incentiva os estudos, aconselha e ajuda-a para enfrentar as dificuldades que possam surgir, influenciando-a positivamente, conscientizando-a do valor pessoal que possui independente da aparência física.
As relações interpessoais no ambiente escolar estão baseadas na valorização que os professores dão a diversidade étnico-racial que compõe a comunidade onde a escola está inserida, reforçando o crescimento da auto-estima, atuando com compreensão e diálogo, possibilitando que a relação afetiva torne-se mais uma fonte libertadora no processo de aprender.
A escola em que esta menina estuda tem uma visão multicultural onde às dimensões citadas no texto: “Auto-Imagem e Auto-Estima na Criança Negra; um olhar sobre o Desempenho Escolar” de Marilene Leal Paré, certamente estão presentes na interação entre culturas diversificadas numa mesma comunidade baseada na espiritualidade, na harmonia, no afeto e no coletivismo onde o negro tem oportunidades iguais e possibilidades de manifestar sua cultura e sua história através da música, da dança, das festividades, de suas crenças e seus hábitos, embora pertença a uma comunidade formada basicamente por descendentes de imigrantes europeus.
A jovem relatou que se sente muito bem na escola em que estuda, porque todos lhe tratam com respeito. Fazem trabalho em grupo sem reclamar da sua companhia e participa de todas as atividades desenvolvidas na escola normalmente e que não percebe nenhum tipo de exclusão.
Nesta escola certamente a equipe diretiva, os professores e a comunidade escolar estão compreendendo a diversidade cultural, ocorrendo mudanças históricas e culturais, abolindo o preconceito e a discriminação e promovendo a igualdade entre todos os envolvidos no processo educacional.
Como podemos perceber a aluna tem auto-estima elevada e bom desempenho escolar, pois não reprovou nenhuma série e se considera estudiosa. Não possui sentimentos que a envergonhe de ser negra, provavelmente a família que incentiva os estudos, aconselha e ajuda-a para enfrentar as dificuldades que possam surgir, influenciando-a positivamente, conscientizando-a do valor pessoal que possui independente da aparência física.
As relações interpessoais no ambiente escolar estão baseadas na valorização que os professores dão a diversidade étnico-racial que compõe a comunidade onde a escola está inserida, reforçando o crescimento da auto-estima, atuando com compreensão e diálogo, possibilitando que a relação afetiva torne-se mais uma fonte libertadora no processo de aprender.
A escola em que esta menina estuda tem uma visão multicultural onde às dimensões citadas no texto: “Auto-Imagem e Auto-Estima na Criança Negra; um olhar sobre o Desempenho Escolar” de Marilene Leal Paré, certamente estão presentes na interação entre culturas diversificadas numa mesma comunidade baseada na espiritualidade, na harmonia, no afeto e no coletivismo onde o negro tem oportunidades iguais e possibilidades de manifestar sua cultura e sua história através da música, da dança, das festividades, de suas crenças e seus hábitos, embora pertença a uma comunidade formada basicamente por descendentes de imigrantes europeus.
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Retomando o trabalho em grupo sobre o método clínico que realizamos sobre a conservação do número, após a aula presencial, constatei que não havia necessidade de seguir exatamente o roteiro de registro e análise das provas como fizemos. Acreditávamos que não poderíamos mudar a seqüência, pois o resultado poderia ser alterado se começássemos de outra forma ou se deixássemos alguma intervenção sem fazer.
Como experimentadora prendi-me muito ao material impresso. Poderia ter sido mais livre de acordo com as colocações feitas pela criança, sem deter-me tanto a todos os questionamentos, pois foi facilmente identificado pelo grupo que a criança possuía noção de conservação, portanto essa seria uma modificação que tornaria o método clínico menos rigoroso diante de minha visão.
Como investigadora iniciante tive a preocupação em não sugerir a criança tudo o que queria descobrir, mas acredito que não precisaria dar tanto valor a cada fala, poderia ter sido mais flexível.
Com esta atividade tivemos a oportunidade de aplicar o método clínico como pesquisa, formulando hipóteses, acompanhando o raciocínio e o pensamento da criança. Também através do método clínico podemos identificar o conhecimento lógico matemático através da noção de conservação. Na alfabetização a relação tamanho do objeto e quantidade de letras, por exemplo, é determinada pela noção de conservação que a criança possui.
Aprendi que no método clínico o mais importante é instigar a criança, investigando as explicações dadas e não os acertos que ela poderá ter a partir das interrogações.
Como experimentadora prendi-me muito ao material impresso. Poderia ter sido mais livre de acordo com as colocações feitas pela criança, sem deter-me tanto a todos os questionamentos, pois foi facilmente identificado pelo grupo que a criança possuía noção de conservação, portanto essa seria uma modificação que tornaria o método clínico menos rigoroso diante de minha visão.
Como investigadora iniciante tive a preocupação em não sugerir a criança tudo o que queria descobrir, mas acredito que não precisaria dar tanto valor a cada fala, poderia ter sido mais flexível.
Com esta atividade tivemos a oportunidade de aplicar o método clínico como pesquisa, formulando hipóteses, acompanhando o raciocínio e o pensamento da criança. Também através do método clínico podemos identificar o conhecimento lógico matemático através da noção de conservação. Na alfabetização a relação tamanho do objeto e quantidade de letras, por exemplo, é determinada pela noção de conservação que a criança possui.
Aprendi que no método clínico o mais importante é instigar a criança, investigando as explicações dadas e não os acertos que ela poderá ter a partir das interrogações.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Portfolio de Psicologia
Na aula presencial do dia 14/05/09 a professora da Interdisciplina Psicologia II Jaqueline Picetti nos mostrou na prática a atividade que realizamos com uma criança aplicando o método clínico com a irmã da colega Tamires que tem sete anos de idade, oportunizando a análise a análise de como pode ser encaminhado este método para instigar e conhecer o processo como se constrói a noção de conservação e desta forma também podemos identificar em que estádio de desenvolvimento se encontra.
Sobre os estádios a professora exemplificou que no pré- operatório é como se a criança tirasse uma foto de cada momento e no operatório- concreto é como uma filmadora, pois ela acompanha o desenvolvimento, transforma e percebe que a quantidade permanece no caso da conservação.
O método clínico é importante para pesquisa, para a formulação de hipóteses, para o acompanhamento do pensamento do experimentado, o reconhecimento lógico matemático, na alfabetização para identificar se a criança relaciona, por exemplo o tamanho do objeto com o tamanho da palavra, enquanto que o experimentador em suas intervenções tem papel fundamental para conduzir suas investigações adequadamente, deixando a criança se manifestar naturalmente e elaborando perguntas que demonstram a linha de raciocínio da criança.
Um estádio de desenvolvimento está sempre integrado em outro. A cada novo conhecimento os estádios podem ocorrer nas experiências, inclusive depois de adultos passamos pelo estádio operatório- concreto quando aprendemos a manusear o mouse, a dirigir um veículo, por exemplo.
O grupo em que participei junto com as colegas Delaine e Marli Joaquim para aplicar o método clínico com uma aluna minha do 1º ano, sendo que desempenhei o papel de experimentadora e as colegas observaram e registraram o desenvolvimento. Foi uma experiência inovadora, mas acredito que “Ter a cada instante uma hipótese de trabalho, uma teoria verdadeira ou falsa para controlar”, segundo as características do bom experimentador na concepção de Piaget, necessita de teoria para fundamentar e prática para compreender como intervir favoravelmente no processo de aplicação do método clínico.
Na aula presencial do dia 14/05/09 a professora da Interdisciplina Psicologia II Jaqueline Picetti nos mostrou na prática a atividade que realizamos com uma criança aplicando o método clínico com a irmã da colega Tamires que tem sete anos de idade, oportunizando a análise a análise de como pode ser encaminhado este método para instigar e conhecer o processo como se constrói a noção de conservação e desta forma também podemos identificar em que estádio de desenvolvimento se encontra.
Sobre os estádios a professora exemplificou que no pré- operatório é como se a criança tirasse uma foto de cada momento e no operatório- concreto é como uma filmadora, pois ela acompanha o desenvolvimento, transforma e percebe que a quantidade permanece no caso da conservação.
O método clínico é importante para pesquisa, para a formulação de hipóteses, para o acompanhamento do pensamento do experimentado, o reconhecimento lógico matemático, na alfabetização para identificar se a criança relaciona, por exemplo o tamanho do objeto com o tamanho da palavra, enquanto que o experimentador em suas intervenções tem papel fundamental para conduzir suas investigações adequadamente, deixando a criança se manifestar naturalmente e elaborando perguntas que demonstram a linha de raciocínio da criança.
Um estádio de desenvolvimento está sempre integrado em outro. A cada novo conhecimento os estádios podem ocorrer nas experiências, inclusive depois de adultos passamos pelo estádio operatório- concreto quando aprendemos a manusear o mouse, a dirigir um veículo, por exemplo.
O grupo em que participei junto com as colegas Delaine e Marli Joaquim para aplicar o método clínico com uma aluna minha do 1º ano, sendo que desempenhei o papel de experimentadora e as colegas observaram e registraram o desenvolvimento. Foi uma experiência inovadora, mas acredito que “Ter a cada instante uma hipótese de trabalho, uma teoria verdadeira ou falsa para controlar”, segundo as características do bom experimentador na concepção de Piaget, necessita de teoria para fundamentar e prática para compreender como intervir favoravelmente no processo de aplicação do método clínico.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
FILOSOFIA DA EDUCAÇÂO
Portfolio
Ao assistir o filme O Clube do Imperador, percebi diversos conflitos morais que afligiram o professor, duvidaram de sua capacidade profissional e lhe fizeram refletir sobre seus princípios éticos e morais diante de decisões que deveria tomar, deixando-o indeciso diante das provas de dois alunos completamente diferentes na aprendizagem e no comportamento. Martin que era aplicado, estudioso, obediente, esforçado e atencioso. O outro aluno Sedgewick filho de senador era arrogante e prepotente. Desde que entrou na escola desafiava o professor com suas atitudes e ações, pois se apresentava irônico, sarcástico e incentivava seus colegas a seguir suas rebeldias e aventuras.
Foi na ocasião em que o professor fazia a análise final da escolha dos três finalistas do concurso Júlio César que surgiu o conflito moral e a dúvida entre dar uma oportunidade de crescimento e reconhecimento ao aluno desordeiro, colocando um sinal de mais em sua prova, desclassificando Martin ou ser honesto consigo mesmo e admitir que seus incentivos não foram suficientes e que o aluno não havia estudado o bastante, não sendo merecedor de sua contribuição, eticamente incorreta. O poder de decidir estava em suas mãos e como ele mesmo falou em aula: “O fim depende do início.” Nesta oportunidade poderia estar o começo de um fim promissor e com retidão para um aluno que estava tumultuando a rotina da escola.
A dúvida surgiu na ocasião em que o professor teve que confrontar uma situação profissional da vida real com as relações da sociedade. Ela interrompeu a retidão e a tranqüilidade, tomando uma decisão que promoveu a falta de ética e prejudicou um aluno, fugindo de suas responsabilidades.
O professor optou em classificar o aluno Sedgewick e desta forma Martin foi excluído dos finalistas no momento em que o sinal de menos se transformou num sinal de mais na prova do colega.
A decisão do professor foi uma decisão moralmente incorreta porque ele foi injusto, irresponsável, incoerente e desonesto com um aluno (Martin).
O que o professor deve decidir e fazer está diretamente relacionado com a meta que ele quer alcançar. Os seus princípios morais devem ser orientados por valores que visa promover, tais como a justiça, a igualdade, a honestidade, a sinceridade, a perseverança, o respeito, a responsabilidade, a coerência e a verdade.
As crenças que formamos sobre o mundo constituem o fundamento que utilizamos para tomar as nossas decisões e orientar as nossas ações.
A prática no cotidiano do ambiente escolar deve estar baseada em atitudes que visem à tomada de decisões moralmente corretas, independente de estarmos na sala de aula, na sala dos professores, com a equipe diretiva ou avaliando nossos alunos sem ninguém nos olhando para saber se estamos sendo justos, pois a honestidade está na nossa consciência em querer não prejudicar outra pessoa.
Ao assistir o filme O Clube do Imperador, percebi diversos conflitos morais que afligiram o professor, duvidaram de sua capacidade profissional e lhe fizeram refletir sobre seus princípios éticos e morais diante de decisões que deveria tomar, deixando-o indeciso diante das provas de dois alunos completamente diferentes na aprendizagem e no comportamento. Martin que era aplicado, estudioso, obediente, esforçado e atencioso. O outro aluno Sedgewick filho de senador era arrogante e prepotente. Desde que entrou na escola desafiava o professor com suas atitudes e ações, pois se apresentava irônico, sarcástico e incentivava seus colegas a seguir suas rebeldias e aventuras.
Foi na ocasião em que o professor fazia a análise final da escolha dos três finalistas do concurso Júlio César que surgiu o conflito moral e a dúvida entre dar uma oportunidade de crescimento e reconhecimento ao aluno desordeiro, colocando um sinal de mais em sua prova, desclassificando Martin ou ser honesto consigo mesmo e admitir que seus incentivos não foram suficientes e que o aluno não havia estudado o bastante, não sendo merecedor de sua contribuição, eticamente incorreta. O poder de decidir estava em suas mãos e como ele mesmo falou em aula: “O fim depende do início.” Nesta oportunidade poderia estar o começo de um fim promissor e com retidão para um aluno que estava tumultuando a rotina da escola.
A dúvida surgiu na ocasião em que o professor teve que confrontar uma situação profissional da vida real com as relações da sociedade. Ela interrompeu a retidão e a tranqüilidade, tomando uma decisão que promoveu a falta de ética e prejudicou um aluno, fugindo de suas responsabilidades.
O professor optou em classificar o aluno Sedgewick e desta forma Martin foi excluído dos finalistas no momento em que o sinal de menos se transformou num sinal de mais na prova do colega.
A decisão do professor foi uma decisão moralmente incorreta porque ele foi injusto, irresponsável, incoerente e desonesto com um aluno (Martin).
O que o professor deve decidir e fazer está diretamente relacionado com a meta que ele quer alcançar. Os seus princípios morais devem ser orientados por valores que visa promover, tais como a justiça, a igualdade, a honestidade, a sinceridade, a perseverança, o respeito, a responsabilidade, a coerência e a verdade.
As crenças que formamos sobre o mundo constituem o fundamento que utilizamos para tomar as nossas decisões e orientar as nossas ações.
A prática no cotidiano do ambiente escolar deve estar baseada em atitudes que visem à tomada de decisões moralmente corretas, independente de estarmos na sala de aula, na sala dos professores, com a equipe diretiva ou avaliando nossos alunos sem ninguém nos olhando para saber se estamos sendo justos, pois a honestidade está na nossa consciência em querer não prejudicar outra pessoa.
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